Ação ocorreu após denúncias e vigilância em residência apontada como ponto de venda de entorpecentes no bairro Paes Leme
Uma operação da Polícia Militar de Santa Catarina resultou na prisão de uma mulher de 20 anos suspeita de tráfico de drogas e posse ilegal de munição no fim da tarde desta sexta-feira (27), em Imbituba. A ocorrência foi registrada por volta das 18h30, em uma residência localizada na Servidão da Lomba, na comunidade do Araçá, no bairro Paes Leme, área que já vinha sendo monitorada após denúncias relacionadas à comercialização de entorpecentes.
De acordo com informações repassadas pela corporação, os policiais realizavam vigilância discreta no imóvel quando observaram uma movimentação suspeita. Durante a ação, um homem foi visto recebendo um invólucro de uma mulher e deixando o local em seguida. Ele foi abordado nas proximidades, e os agentes encontraram uma porção de cocaína. Questionado, o suspeito afirmou ter adquirido a droga na residência monitorada.
Com base no relato e nos indícios observados, os policiais entraram no imóvel, onde localizaram materiais característicos da prática de tráfico, incluindo drogas já fracionadas e instrumentos utilizados para o preparo e a distribuição das substâncias. No local foram apreendidos aproximadamente 97 gramas de cocaína embaladas para venda, cerca de 38 gramas de maconha, balanças de precisão, invólucros plásticos e utensílios utilizados na manipulação dos entorpecentes.
Além das drogas, os agentes encontraram quatro munições de calibre .40, três aparelhos celulares, um radiocomunicador, outras três balanças adicionais e R$ 225 em dinheiro. A presença dos equipamentos reforçou a suspeita de organização estruturada para a comercialização ilícita.
A mulher recebeu voz de prisão e foi encaminhada, juntamente com o material apreendido, para a delegacia da Polícia Civil de Santa Catarina em Laguna, onde foram realizados os procedimentos legais. O homem abordado inicialmente, de 34 anos, foi conduzido como testemunha.
O caso segue sob investigação para apurar a possível participação de outras pessoas e a extensão da atividade criminosa na região.
Por Redação RSC
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